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Caso Marielle: irmãos Brazão são condenados a 76 anos de prisão

  • Foto do escritor: elnewspva
    elnewspva
  • há 7 horas
  • 2 min de leitura

A 1ª Turma do STF concluiu nesta quarta-feira, 25, o julgamento do processo que envolve os assassinatos da vereadora carioca e do motorista Anderson Gomes

A 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) fixou, nesta terça-feira, 25, as penas dos réus condenados pelo assassinato da vereadora carioca Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. O crime ocorreu em 2018, no Rio de Janeiro.

O conselheiro afastado do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro, Domingos Brazão, e o ex-deputado federal Chiquinho Brazão foram sentenciados a 76 anos e três meses de prisão cada um. Eles foram condenados pelos crimes de organização criminosa, duplo homicídio e tentativa de homicídio contra a assessora Fernanda Chaves, que sobreviveu ao atentado.

Ambos estão presos preventivamente há dois anos. Apesar da decisão do STF, eles ainda podem recorrer da sentença.

Ex-chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro, Rivaldo Barbosa foi condenado a 18 anos de prisão por obstrução de Justiça e corrupção. Embora também tenha sido denunciado pelos homicídios de Marielle e Anderson, ele acabou absolvido dessa acusação.

Já o major da Polícia Militar Ronald Alves de Paula recebeu pena de 56 anos de reclusão. O ex-policial Robson Calixto foi condenado a nove anos de prisão.

Os réus também perderão os cargos públicos depois do trânsito em julgado da sentença — quando não houver mais possibilidade de recurso. Os condenados também devem pagar R$ 7 milhões por danos morais: R$ 1 milhão destinado a Fernanda Chaves, R$ 3 milhões aos familiares de Marielle Franco e outros R$ 3 milhões à família de Anderson Gomes.

A 1ª Turma do Supremo condenou nesta quarta-feira, por unanimidade, os quatro réus pelo assassinato da vereadora carioca Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes.

Com o voto da ministra Cármen Lúcia, o STF formou maioria para seguir o entendimento do relator, Alexandre de Moraes, segundo o qual os réus teriam ordenado o assassinato como represália política à atuação da vereadora contra a milícia no Rio de Janeiro. Os ministros Cristiano Zanin e Flávio Dino tiveram o mesmo entendimento.


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