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Banco Mundial prevê que crescimento da China vai reduzir em mais de 4% em 2026

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    elnewspva
  • há 2 dias
  • 2 min de leitura

A queda do País se dá por mercado imobiliário, com menor demanda e cautela dos consumidores; instituição projeta novo recuo em 2027

O Banco Mundial informou nesta nesta terça-feira, 7, que projeta que o crescimento econômico da China vai desacelerar para 4,4% em 2026. A instituição prevê nova queda em 2027, quando a economia chinesa deve crescer 4,3%.

O setor imobiliário continua se ajustando à demanda menor por moradias, segundo o relatório China Economic Update, batizado de Rebalancing Growth.

Os consumidores chineses permanecem cautelosos, fator que limita o consumo doméstico. O relatório revela que gastos privados devem seguir moderados, enquanto investimentos privados enfrentam restrições.

A baixa lucratividade corporativa em vários setores da economia também contribui para o cenário mais fraco.

“Os riscos para as perspectivas estão amplamente equilibrados”, afirma o Banco Mundial em comunicado. A instituição ressalta que um aprofundamento da crise no setor imobiliário poderia agravar as pressões sobre os gastos dos consumidores.

O investimento em setores relacionados à construção civil também correria risco de piora, segundo o documento.

A economia chinesa mostrou resiliência no início deste ano, apoiada por forte investimento em alta tecnologia e por exportações robustas. O apoio de políticas públicas e defesas contra interrupções no fornecimento global de energia compensaram parcialmente a demanda doméstica mais fraca no segundo trimestre.

Gastos públicos em infraestrutura e setores de alta tecnologia ainda vigorosos também ajudam a conter o impacto da desaceleração.


Banco Mundial projeta cenário para 2028

O Banco Mundial melhorou a projeção de crescimento chinês para 2027, de 4,2% estimados em dezembro para 4,3%. Para 2028, a instituição espera nova desaceleração, com crescimento de 4,2%.

O relatório também projeta inflação de 1,1% este ano na China, com alta para 1,5% em 2027 e 1,9% em 2028.

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