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Vereador suspeito de envolvimento na morte de jovem na boate em Poxoréu volta a ser preso

  • Foto do escritor: elnewspva
    elnewspva
  • há 21 horas
  • 2 min de leitura

As investigações apontam que o homicídio pode estar relacionado à atuação de uma facção criminosa por isso a nova fase "Véu de Ísis"

Um dos alvos da Operação Véu de Isis, deflagrada na manhã desta segunda-feira (10), foi o vereador Túlio César (Republicanos). Ele é apontado como um dos principais envolvidos na morte da jovem Lavínia Gabrielly, de 20 anos, executada a tiros em uma boate do município de Poxoréu (254 km de Cuiabá), no dia 10 de maio deste ano.

O parlamentar já havia sido preso temporariamente durante a Operação Elo Oculto, que também investigava a morte da jovem. Com a nova operação, que entra na terceira fase da investigação do homicídio, Túlio teve a prisão temporária convertida em preventiva, que não tem prazo para acabar.

Conforme informações da Polícia Civil, foram cumpridas cinco ordens judiciais, sendo três mandados de busca e apreensão e dois mandados de prisão preventiva. As ordens são cumpridas simultaneamente em Poxoréu (duas), Rondonópolis (duas) e Cuiabá (uma).

As investigações apontam que o homicídio de Lavínia pode estar relacionado à atuação de uma facção criminosa e à vítima supostamente manter contato com forças de segurança e repassar informações relacionadas ao tráfico de drogas na região. Até o momento, não foi divulgado qual foi o papel do vereador na execução da jovem.

Lavínia foi assassinada no dia 10 de maio, com dois tiros na cabeça, em uma casa noturna em Poxoréu. O suspeito chegou ao local, atirou na vítima e fugiu em seguida. À época, um criminoso, identificado como apenas pelo apelido “Bin Laden”, foi preso pela suspeita de ter sido ele o autor dos disparos. Ele chegou a negar o envolvimento, mas ficou preso.

Um segundo criminoso, identificado como José Geraldo da Silva, de 41 anos, apontado como o responsável por atrair a vítima para a emboscada, morreu em um confronto com a Força Tática no município de Poxoréu.

O nome da operação, “Véu de Ísis”, faz referência ao avanço das investigações e à revelação de elementos que, nas fases anteriores, ainda permaneciam ocultos. A investigação é conduzida pela Delegacia de Polícia de Poxoréu, com apoio de unidades da Polícia Civil nos municípios envolvidos.

As investigações continuam em andamento para o completo esclarecimento dos fatos e individualização das condutas de todos os envolvidos. O procedimento tramita sob sigilo.





fonte: Assessoria/olhardireto/redação

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