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Aprosoja critica ações de Fávaro e diz que ministro não ajudou agro de MT

  • Foto do escritor: elnewspva
    elnewspva
  • 16 de jan.
  • 2 min de leitura

Presidente da entidade afirma que, apesar de ser do estado, ministro não avançou na produção nem atuou contra a moratória da soja

O presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT), Lucas Beber, avaliou que o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro (PSD), que está há mais de três anos à frente da pasta, não ajudou o agronegócio mato-grossense, mesmo tendo base eleitoral no estado. A manifestação ocorreu durante visita à Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), em conversa com a imprensa.

Beber foi questionado sobre a atuação de Fávaro, quando indicou que o ministro não teria ajudado a potencializar a produção e tampouco teria se empenhado para derrubar a moratória da soja, adotando um discurso destoante dos atos. Para o líder da associação, ser oriundo do estado e estar à frente de uma pasta de grande relevância no Governo Federal não teria surtido efeitos.

“Em relação a Mato Grosso, as culturas da soja e do milho, praticamente nós não vimos avanço. Em relação à moratória da soja, nós vimos falas contra, mas nós sabemos da atuação dele para que a moratória da soja continuasse vigente. Então, assim, por ele ser do nosso estado, não colaborou em nada. E, quando nós falamos ainda de moratória da soja, ele não só afeta produtores, como afetou o desenvolvimento social, regional e econômico do estado também”, argumentou.

O ruralista ainda relembrou que a derrubada da moratória da soja aconteceu depois de o Supremo Tribunal Federal (STF) validar a lei de Mato Grosso, que vedava incentivos fiscais a grupos favoráveis ao acordo.

Fávaro assumiu a pasta em janeiro de 2023 com a missão de pacificar o agro depois de uma eleição polarizada entre Jair Bolsonaro (PL) e Lula (PT). À época da campanha eleitoral, Fávaro foi um dos poucos a abrir palanque para o petista em Mato Grosso, atraindo rejeição do setor. Segundo Beber, a Aprosoja-MT procurou o ministério em 2024, de maneira técnica; entretanto, não teria obtido retorno no atendimento das demandas, mesmo Fávaro sendo ex-presidente da associação.

“Isso não tem muito a ver. O que depende é a atuação nossa de cada dia, do que nós fazemos. Então, não gerava nenhuma expectativa, até porque nós vimos que as atuações dele, há muito tempo, não eram favoráveis ao setor [...] Nós sempre temos diálogos, procuramos. Quando tivemos a crise no ano retrasado, nós mandamos carta para o ministério, atuamos sempre de forma técnica, sem política partidária; a nossa política é classista. Temos que ter relação, temos que conversar, mas ele não atendeu nenhum dos nossos pleitos”, emendou.








fonte: rdnews

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