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Léo, o predador de mandatos eletivos, já é o maior perseguidor da história política de Primavera

  • Foto do escritor: Ely Leal
    Ely Leal
  • 5 de mar. de 2024
  • 3 min de leitura

Atualizado: 6 de mar. de 2024

Getúlio Viana, Luis Costa, Adriano, Neurilan, imprensa independente e agora o vereador Luiz Magalhães. Quem ficar na frente de suas ambições ele persegue, derruba e atropela

Jovem, de boa estampa e muito bem articulado para afinar relacionamentos no poder judiciário, o Prefeito de Primavera vem construíndo sua trajetória politica através do massacre juridico contra seus adversários, seja quem for. Hoje foi a vez do vereador Luiz Magalhães (PP).

Sempre bem disposto, foi eleito vereador em 2008, depois de uma vida toda, onde trabalhou no serviço público em cargos nomeados. Foi reeleito em 2016 e aí começa sua trajetória de articulações juridicas/políticas que tem pavimentado sua trajetória.

Construiu sua trajetória sobre os ossos dos túmulos que cavou, para quem fique na frente, lhe enfrente ou desagada suas vontades.

A primeira, com total ajuda do agora seu vice, Ademir de Góes, foi o afastamento de Getúlio Viana do cargo de Prefeito, em 2017. Eleito nas urnas, Getúlio perdeu o mandato pela condenação de Improbidade Adeministrativa, cuja atuação de Léo, foi fundamental e decisiva nos bastidores dos tribunais, em Cuiabá e em Brasilia. Foi o primeiro de longa lista.

Seu outrora parceiro, vereador Luis Costa foi ignorado na campanha de 2018, onde mais uma de suas marcas foi vitoriosa. A traição e a falta de palavra nos compromissos políticos firmados.

Inconformado com a traição, Luis Costa passou a atacar-lhe na Câmara o que culminou com a perda do seu mandato em 2023.

O vereador Adriano Carvalho (Pode), que foi eleito pela oposição, ao ter uma atuação de oposição radical, gerou o ódio na Torquemada, que armou uma arapuca mal-engembrada com sua assessoria que ocupa os cargos de vereadores, para cassar-lhe o mandato na Câmara.

Com a imprensa, costuma pagar altíssimas quantias para os veículos que nada questionam e servem apenas para massagear-lhe o ego. Em Primavera, alguns veículos embolsam algo como R$ 40 mil/mês com o único próposito de só elogiar e não fazer perguntas difíceis. Já para a imprensa independente que faz críticas, ele manda impostos ilegais, negativar e sujar o nome da empresa em cartórios, com dívidas fictícias desses impostos e abrir processos no poder judiciário. E ainda em segredo de justiça.

Neurilan Fraga disputou a AMM com o "bem articulado" prefeito de Primavera, que promoveu uma judicialização sem precedentes na história da entidade, para conseguir derrota-lo por 10 votos de diferença.

Hoje foi a vez do vereador Luiz Magalhães perder o mandato.

É conhecido da redação desde 2018, o ódio que a Torquemada nutre pelo vereador. Na época, já como Prefeito, usou de todos os recursos possíveis e imaginaveis (leia-se sua sempre aliança, com a deputada Janaina Riva-MDB) para não permitir que Luizinho fosse candidato a deputado.

Mas a Torquemada é bom de papo. Convenceu Luiz Magalhães a lhe apoiar em 2020.

Sempre pronto a agradar seu ex assessor, Luiz Magalhães foi o líder do Prefeito em 2021 e parte de 2022. Quando começou a sentir a "facada nas costas" (linguagem figurada usada na politica para definir a traição) Luiz se afastou e foi enfrentar sozinho sua candidatura a deputado.

No episódio que virou memê e conhecido de todos na cidade, a Torquemada, foi chamado, a pleno pulmões, de "traíra" ao microfone em plena avenida Porto Alegre, quando aboletado em cima de um trio elétrico, passou ao lado do carro de som que Luizinho usava para fazer sua campanha.

Irritado pela denominação que recebeu, e agindo mais uma vez nos bastidores, Léo usou o também desafeto vereador Adriano Carvalhgo (Pode) para provocar uma situação que acabou por cassar-lhe o mandato numa irregularidade visível e primária, mas que as boas relações da Torquemada com o algumas figuras do Poder Judiciário impedem que a justiça efetiva seja feita.

Teve o mandato restaurado pela Justiça Eleitoral em 1º Instância e agora perde de novo o mandato, porque Câmara Municipal (nada que mais que uma assessoria do Prefeito) e o seu próprio suplente, um tal Didi Forró, de 154 votos, recorreram ao Tribunal Regional Eleitoral contra a decisão.

O que TRE disse agora, nada tem a ver com o "crime" de doar 10 litros de gasolina para uma carreata em 2010, praticado po Luiz Magalhães, que foi prescrito em 2019.

A decisão do TRE, diz que a via eleita (escolhida) por Luizinho, que lhe restabeleceu o mandato, a Justiça Eleitoral, não é a via adequada e seu caso deve ser julgado pela justiça pública. Onde a Torquemada tem bons e poderosos amigos.

Com isso mais um cadaver e mais um túmulo político entra na fila do Prefeito, que assim vai colecionando vitórias judiciais para impor suas vontades, num ambiente onde o diálogo deveria prevalecer, mas não para a Torquemada que vive de intimidar, ameaçar e processar qualquer um que não faça suas vontades e não atenda seus desejos.







Ely Leal - Redação











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