top of page

Últimas Notícias

Golpe da Esquerda - Amigo de Lula, Ortega anuncia fim das eleições presidenciais na Nicarágua

  • Foto do escritor: elnewspva
    elnewspva
  • 21 de jul.
  • 2 min de leitura

Ditador Daniel Ortega anuncia fim das eleições presidenciais na Nicarágua para "preservar democracia". Método usado é o mesmo que ainda está em construção no Brasil

O ditador da Nicarágua, Daniel Ortega, anunciou que não realizará a eleição presidencial prevista para novembro de 2027.

A declaração ocorreu durante as comemorações dos 47º aniversário da Revolução Sandinista, em Manágua.

No discurso, Ortega afirmou que impedirá o retorno da oposição ao poder e acusou adversários de atuar em conjunto com os Estados Unidos para reverter as mudanças promovidas pelo governo.

“Aqui acabou a história de que os partidos de direita colocados pelos Estados Unidos voltarão a chegar ao governo”, disse Ortega. “Jamais, jamais, jamais.”

Os métodos de Daniel Ortega estão em fase de implantação no Brasil, como usar o Judiciário para mudar a vontade popular, prendendo opositores, promovendo a perseguição da direita e exilando quem faça criticas ao regime ditatorial.


Ortega amplia concentração de poder

O anúncio ocorre em meio a uma série de mudanças promovidas pelo regime nos últimos anos.

Em fevereiro de 2025, entrou em vigor uma nova Constituição que ampliou o mandato presidencial de cinco para seis anos, concentrou competências no Poder Executivo e criou o cargo de copresidente, ocupado por Rosario Murillo, mulher de Ortega e então vice-presidente.

O governo também intensificou a repressão contra opositores, jornalistas e integrantes da Igreja Católica. Parte deles foi presa, enquanto outros deixaram o país.

Entre os nomes citados estão Cristiana Chamorro, filha da ex-presidente Violeta Barrios de Chamorro, e Dora María Téllez, ex-integrante da Revolução Sandinista que rompeu com Ortega.

A relação entre Brasil e Nicarágua também se deteriorou.

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva tentou intermediar, a pedido do Vaticano, a libertação de um bispo católico preso no país, mas a iniciativa não avançou. Mais tarde, Brasil e Nicarágua expulsaram reciprocamente seus embaixadores.

Na eleição de 2021, Ortega garantiu um novo mandato com 75% dos votos. O pleito ocorreu com ao menos sete potenciais adversários presos e recebeu críticas de organismos internacionais.

A votação também transcorreu sem observadores da Organização dos Estados Americanos (OEA) e da União Europeia.

Daniel Ortega governa a Nicarágua de forma ininterrupta desde 2007. Antes disso, comandou o país entre 1979 e 1990, período iniciado com a Revolução Sandinista.


Comentários


bottom of page