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Embaixada dos EUA no Brasil define Mais Médicos dos corruptos como "golpe diplomático"

  • Foto do escritor: elnewspva
    elnewspva
  • 15 de ago. de 2025
  • 2 min de leitura

Um dia depois de o governo norte-americano aplicar sanções ao programa, representação diplomática declarou que seguirá cobrando consequências

O governo dos Estados Unidos (EUA) voltou a criticar o programa Mais Médicos, ao destacar que indivíduos ligados à iniciativa brasileira podem ser responsabilizados. A embaixada norte-americana em Brasília classificou, nesta quinta-feira, 14, a ação como um “golpe diplomático” e afirmou que seguirá cobrando consequências dos envolvidos.

Na quarta-feira 13, os EUA anunciaram sanções a brasileiros ligados ao programa, realizado pelo Ministério da Saúde.

“O programa Mais Médicos do Brasil foi um golpe diplomático que explorou médicos cubanos, enriqueceu o regime cubano corrupto e foi acobertado por autoridades brasileiras e ex-funcionários da OPAS”, declarou a embaixada. “Não restam dúvidas: os EUA continuarão responsabilizando todos os indivíduos ligados a esse esquema coercitivo de exportação de mão de obra.”

Entre as sanções foram retirados vistos de dois brasileiros que participaram da criação da iniciativa.

Um deles é Mozart Julio Tabosa Sales, atual secretário de Atenção Especializada à Saúde do Ministério da Saúde. O outro é Alberto Kleiman que se coloca como coordenador-geral para a COP30 da Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA).


EUA sancionam participantes do Mais Médicos

Para o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, decisão ocorreu em função de uma retomada da “política de restrição de vistos relacionada a Cuba.”

O programa foi originalmente criado no governo de Dilma Rousseff (PT) e reativado na gestão de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a partir de 2023.

Leia mais: “EUA cancelam vistos de autoridades ligadas ao Mais Médicos”

Segundo o governo norte-americano, os dois brasileiros sancionados participaram de “esquema de exportação de trabalho forçado do regime cubano”. Entre 2013 e 2018, houve participação de médicos cubanos no programa.

Rubio ainda acrescentou que a medida se baseia na suposta cumplicidade de Sales e Kleiman com o “trabalho forçado do governo cubano”, por meio do Mais Médicos.

 
 
 

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