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Bancada do ex presidiário na Câmara Municipal

  • Foto do escritor: Ely Leal
    Ely Leal
  • 2 de mai. de 2023
  • 4 min de leitura

Vereadores se dizem independentes dos partidos, mas a verdade é que atuam de fato como base do desgoverno, pedindo dinheiro aos governistas e votam Leis inspiradas no lulopetismo

Fazer parte de um partido significa aceitar as regras, normas e estatuto desses partidos. Muitos vereadores em Primavera do Leste integram partidos que apoiam e são aliados do atual presidente, que é ex presidiário e comanda uma gestão de esquerda com viés comunista e o fazem com a tranquilidade daqueles que falam sentados e não confirmam em pé.

O primeiro a ser citado é a autoridade máxima do parlamento municipal, o seu presidente Vado. Filiado ao PSD tem na figura do senador licenciado Carlos Fávaro, seu líder máximo no estado.

Fávaro deixou o Senado para ser ministro da agricultura do ex presidiário, numa articulação que teve o aval do líder maior do agronegócio no estado, o ex-governador Blairo Maggi. Tendo sido ministro da mesma pasta no governo Dilma, o outrora “sr. Motosserra de Ouro”, deu total apoio na indicação de Fávaro.

Que deixou a vaga para Margareth Buzzeti, que num piscar de olhos, para assumir a cadeira, largou de mão do seu histórico bolsonarista, para saracotear com braços do atual presidente, ex presidiário.

Carlos Fávaro, por sua vez, disse em alto e bom som, no mês de fevereiro deste ano, para a imprensa de todo o Brasil, uma frase objetiva: O PSD é base de apoio do Presidente Lula e quem discordar disto está convidado a se retirar do partido”.

Depois desta fala objetiva de Carlos Fávaro, o vereador Vado permanece no PSD, então é lógico entender que ele aceitou a vestimenta vermelha com satisfação.

Sem contar os dois vereadores do PV (Kinha Juriti e Karla da Saúde), que são base de Lula desde a época da campanha eleitoral (o partido está na Federação PT-PV-PCdoB - e por lei é aliado do PT durante 4 anos no mínimo), vai aumentando a base para 3 vereadores de Lula em Primavera.

Um dos partidos mais proeminentes no apoio ao desgoverno do ex presidiário é o União Brasil.

O nome mais brilhante da legenda no desgoverno é do ministro Juscelino Filho, na pasta da comunicação. Este Ministro é o personagem de escândalos como mandar asfaltar, com dinheiro do orçamento secreto, a sua própria fazenda, de usar Jatinho da FAB para ir a Leilão de Cavalos, de nomear assessores na Câmara dos deputados que trabalham em sua fazenda, dentre inúmeras outras atividades “anormais”.

Na Câmara, para dar sustentação a esta atuação do ministro, integrando a bancada do União Brasil, estão os vereadores Temarzinho Pedreiro, Renato do Sindicato e Sérgio Crocodilo.

Inclusive partiu do vereador do União Brasil, Renato do Sindicato, uma Lei arbitrária que permite aos vereadores invadir empresas privadas para suposta e alegadamente fiscalizar o executivo, inclusive com poderes de polícia, típica dos regimes totalitários tão ao gosto do PT e do União Brasil. O próprio vereador se orgulha da legislação fascista que colocou em vigor.

O Vereador Taylan Zanatta é um privilegiado no governo do ex-presidiário. Seu partido abriga no momento o vice-presidente Geraldo Alckmim, que trocou o PSDB pelo seu PSB para poder compor com o “9 dedos” e ceder-lhe as benesses do partido do vice.

Até aqui 7 vereadores integram partidos que são a sustentação do governo do ex-presidiário.

Isto sem contar o “balaio de gatos” do MDB. Um partido sem ideologia e sem posições, que adere a todo e qualquer governo, com o único propósito de sempre ficar junto ao cofre, sem importar quem está de plantão no executivo.

O partido é aliado do ex-presidiário, mas seus integrantes são formados por pessoas do centro, da direita, da esquerda e até extremistas de todas as correntes.

Em Primavera do Leste são 4 vereadores do MDB. Alguns com viés político indefinido.

Uma prática corriqueira dos vereadores é a romaria para Brasilia, onde vão tentar conseguir as tais "emendas" para Primavera do Leste.

Quando conseguem é por um dos dois caminhos. Ou o deputado ou senador que os atender, deu dinheiro do próprio bolso, ou então, a outra opção é lançar mão do "Orçamento Secreto" que é controlado pelo presidente do Senado em parceria com o Governo do ex-presidiário e que só libera verbas para quem faz as vontades do governo, que como sabemos são draconiânas para a população. A contrapartida que cabe aos vereadores que receberão as "esmolas" é ser subservientes as vontades de quem lhes deu o dinheiro. O deputado, senador e governo.

Todos os vereadores, por conveniência perante o publico conservador de Primavera do Leste devem alegar que são bolsonaristas infiltrados em partido. Não se tem claro do que é pior. Assumir que é governista ou assumir que é um traidor de sua legenda. Mas como não importa a verdade, mas a versão narrada, certamente nenhum deles teria coragem de declarar perante seus líderes políticos do estado e do Brasil qual sua verdadeira opção política-ideológica.

É exatamente a esse comportamento que se dá o adjetivo de “Politicagem”. Com os eleitores ou com seus partidos?




Ely Leal - Redação

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